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Mercado de Capitais e Gestão de Risco

  • Inclusão social e o papel do mercado financeiro – Eduarda La Rocque – Revista RI – 10/2012
  • Visão otimista do capital no século XXI – Eduarda La Rocque – O Globo – 07/2014
  • Como aliar o mercado de capitais às causas sociais e ambientais – Eduarda La Rocque – Revista RI – 11/2014
Inclusão social e o papel do mercado financeiro – Eduarda La Rocque – Revista RI – 10/2012
O Brasil tem apresentado um desempenho notável em termos de redução de pobreza e distribuição de renda. No entanto, mesmo diante desse resultado animador, muito deve ser feito para que possamos incluir socialmente o enorme contingente de brasileiros que ainda vive em condições degradantes – um olhar panorâmico sobre as favelas cariocas indica a dimensão do tamanho do desafio a ser enfrentado. Diante das enormes carências enfrentadas por esses milhões de brasileiros, os fatores tempo e eficiência são variáveis fundamentais.
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Visão otimista do capital no século XXI – Eduarda La Rocque – O Globo – 07/2014

O modelo capitalista que vivemos, con­centrador de renda e de oportunida­des, não e sustentável. Atingimos um nível baixíssimo de bem-estar para os pobres, mas também para  os ricos,  como bem pontuado por Lara Resende em ‘Os limites do possível‘.  Estamos em meio a uma transição da sociedade de consumo para a sociedade de bem-estar. Por isso e importante que o   “capital” seja cada vez mais aplicado em questões relaci­onadas a sustentabilidade e ao social.

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Como aliar o mercado de capitais às causas sociais e ambientais – Eduarda La Rocque – Revista RI – 11/2014
A economista Eduarda La Rocque, presidente do Instituto Pereira Passos (IPP) da Prefeitura do Rio de Janeiro, é uma defensora da bandeira do FISA. “A regulamentação da CVM dessa família de fundos garantirá mais segurança e transparência aos investidores que queiram apostar, por exemplo, em projetos de melhoria do bem-estar urbano ou que resultem na queda da desigualdade social”, comenta Eduarda. Seria uma condição que ajudaria a deslanchar a cultura da filantropia, que hoje ainda é incipiente no Brasil. Nesse caminho, há necessidade de soluções inovadoras. “Há outras iniciativas apoiadas em instrumentos existentes. É um mercado que já está emergindo”, ressalta a economista.
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  • “Bahia RiskControl“ premiado pela Revista Brasileira de Management – Eduarda La Rocque – 06/1997
“Bahia RiskControl“ premiado pela Revista Brasileira de Management – Eduarda La Rocque – 06/1997
O gerenciamento de risco é de grande importância no ambiente extremamente volátil que é o mercado financeiro brasileiro. Com o objetivo de medir e controlar sua exposição ao risco de mercado, o Banco da Bahia Investimentos .SA. foi o pioneiro no Brasil no desenvolvimento e implantação de um sistema para gerenciamento de risco consolidado. O objetivo maior deste trabalho é difundir o sistema que foi desenvolvido e implantado para uso interno no Banco da Bahia Investimentos .SA. : O Bahia RiskControl. Download do documento completo, aqui.
  • Guia de Orientação para Gerenciamento de Riscos Corporativos – IBGC – Eduarda La Rocque – 2007
Guia de Orientação para Gerenciamento de Riscos Corporativos – IBGC – Eduarda La Rocque – 2007
O risco é inerente a qualquer atividade na vida pessoal, pro ssional ou nas organizações, e pode envolver perdas, bem como oportunidades. Em Finanças, a relação risco-retorno indica que quanto maior o nível de risco aceito, maior o retorno esperado dos investimentos. Esta relação vale tanto para investimentos nanceiros como para os negócios, cujo “retorno” é determinado pelos dividendos e pelo aumento do valor econômico da organização.
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Gestão Pública

  • ‘A elite não está precificando o risco de caos social’ – Eduarda La Rocque – Folha de S. Paulo – 09/2017
  • Caminhos para a reação – Eduarda La Rocque – Jornal O Globo – 09/2017
  • Por um modelo de gestão de riscos para as cidades – Eduarda La Rocque – Correio Braziliense – 08/2017
  • O mercado de capitais e as políticas públicas – Eduarda La Rocque- Revista RI – 08/2017
  • O sentido mais amplo da corrupção, por Eduarda La Rocque – O Globo – 06/2017
  • A estratégia de Desenvolvimento Sustentável do Governo Municipal do Rio de Janeiro – Eduarda La Rocque – Wilson Center – 08/2014
  • Novas formas de combater a desigualdade de oportunidades – Eduarda La Rocque – Skoll Foundation – 04/2015
  • Finanças municipais – Valor Econômico – Eduarda La Rocque – 01/2011
  • Pacto do Rio – Por uma metrópole sustentável – Eduarda La Rocque e Viviane Mosé
‘A elite não está precificando o risco de caos social’ – Eduarda La Rocque – Folha de S. Paulo – 09/2017

A elite não está precificando corretamente o risco de caos social.  A economia é uma ciência que se especializou em demasia e se distanciou muito da realidade

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Caminhos para a reação – Eduarda La Rocque – Jornal O Globo – 09/2017

No meu artigo de sábado no O Globo proponho como solução para o Rio sair da crise a criação de um Centro de Resiliência Metropolitana para integrar informações e projetos em prol do desenvolvimento sustentável do Rio . Na verdade essa é uma solução que vale para gestão de cidades, metrópoles, estados, países, permitindo maior controle social, necessário especialmente em situações de falta de representatividade geral, como hoje no Rio e Brasil.

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Por um modelo de gestão de riscos para as cidades – Eduarda La Rocque – Correio Braziliense – 08/2017

“A situação emergencial de violência urbana no Rio de Janeiro hoje é um caso que justifica uma concentração de esforços do setor público, usando de informação e inteligência, para conter a expansão do tráfico e do controle territorial armado, mas requer outras medidas complementares. Conter a violência é importante, mas a longo prazo a única solução sustentável é prevenir. Isso significa investir em projetos que ajudem a consolidar a paz nos territórios “pacificados”, através da inclusão social e produtiva daquelas comunidades, preferencialmente por meio do estímulo ao empreendedorismo local. “

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O mercado de capitais e as políticas públicas – Eduarda La Rocque- Revista RI – 08/2017

Desde a publicação do livro do economista francês Thomas Piketty “Capital no Século 21”, a consciência sobre a desigualdade global e ameaça que esta representa à sustentabilidade do sistema econômico mundial cresceu e atingiu níveis sem precedentes.

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O sentido mais amplo da corrupção, por Eduarda La Rocque – O Globo – 06/2017

As causas apresentadas pelo vice-governador Francisco Dornelles para a crise fiscal fluminense no seu artigo de domingo no GLOBO são patéticas: “A situação do Rio é muito mais decorrente da perda de arrecadação do que de aumento do gasto”, escreveu ele, apresentando a conta de R$15 bilhões a mais de orçamento que o Rio teria direito quando revisto o “Pacto Federativo”. Concordo com a tese de revisão, principalmente no que diz respeito ao ICMS no destino, que tanto favorece São Paulo vis-à-vis o Rio, mas a crise fiscal foi decorrência da corrupção, no seu sentido mais amplo. Má qualidade do gasto, falta de informação, de transparência, falta de tudo aquilo que os americanos chamam de accountability, também são formas de corrupção, além das ainda piores, praticadas pelo nosso ex-governador e tantos outros políticos fluminenses.

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A estratégia de Desenvolvimento Sustentável do Governo Municipal do Rio de Janeiro – Eduarda La Rocque – Wilson Center – 08/2014

O objetivo deste artigo é descrever a concepção de desenvolvimento sustentável e seu modelo associado de revitalização urbana, consagrado no plano de desenvolvimento estratégico do governo municipal do Rio de Janeiro. A boa governança e o desenvolvimento econômico, social e ambiental foram incluídos no plano como pilares do desenvolvimento municipal são analisados indicadores de desempenho em cada uma dessas dimensões, e faz-se um exame da hipótese de que a boa governança seja uma exigência indispensável para o desenvolvimento sustentável municipal. Baseado em evidências internacionais e locais, o artigo propõe que o alcance dos objetivos de desenvolvimento sustentável é substancialmente facilitado por parcerias multissetoriais com mecanismos para a participação cidadã.

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Novas formas de combater a desigualdade de oportunidades – Eduarda La Rocque – Skoll Foundation – 04/2015

A integração dos múltiplos setores da sociedade na gestão pública é uma estratégia fundamental para combater a desigualdade alcançar o desenvolvimento sustentável. Essa integração é o foco de dois mecanismos de financiamento e governança, as Parcerias Público- Privadas Participativas e os Fundos de Investimento Socioambiental. Os dois modelos de investmento almejam reconciliar eficiência econômica, justiça social, governança participativa e intersetorialidade, aproximando-os da teoria política da terceira via. Por meio da intersetorialidade, os mecanismos examinados aproveitam as vantagens comparativas de cada setor. Conclui-se que esses mecanismos de governança podem facilitar a implementação de um pacto pela integração da cidade do Rio de Janeiro e aumentar a escala das parcerias locais para o desenvolvimento sustentável.

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Finanças municipais – Valor Econômico – Eduarda La Rocque – 01/2011
Rio planeja captação de U$$ 2 bi para a olimpíada – Eduarda explica o modelo de gestão de riscos implantado para a gestão fiscal do município. Download do documento completo, aqui.
Pacto do Rio – Por uma metrópole sustentável – Eduarda La Rocque e Viviane Mosé
O sucesso dos esforços para reduzir as desigualdades e melhorar os serviços públicos depende muito da cooperação entre os diversos setores da sociedade. Esta é uma das teses principais da terceira via, que busca a reconciliação entre dois princípios, até então antagônicos, a eficiência econômica e a justiça social. A terceira via tem na justiça social, especialmente na redução das desigualdades, um dos seus principais objetivos. E defende, também, a eficiência econômica, tendo em vista as políticas clássicas contraprodutivas, que geraram enormes déficits fiscais, em diversas partes do mundo. Download do documento completo, aqui.

Filosofia e Educação

  • Primeiro capítulo do livro: “ A escola e os desafio contemporâneos“ – Viviane Mosé – Editora Civilização Brasileira
  • Um Nenhum – Carta Maior – Viviane Mosé – 2005
Primeiro capítulo do livro: “ A escola e os desafio contemporâneos“ – Viviane Mosé – Editora Civilização Brasileira
Foi uma frase, “proletários de todo o mundo, uni-vos”, que operou uma das maiores transformações sociais e econômicas que o século XX viveu. O saber, que sempre foi sinônimo de poder, mas que pertencia a poucos, agora, por meio da consciência de classe possibilitada pelo texto marxista, é dirigido às classes populares. O primeiro grande acesso ao conhecimento que as classes populares tiveram, foi por meio de uma consciência política. Jornais, panfletos, manifestos, incentivavam os operários a lerem sua condição de vida, suas relações de trabalho.
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Um Nenhum – Carta Maior – Viviane Mosé – 2005
(Extraído do site da agência Carta Maior, na seqüência de cartas endereças “Ao arqueólogo do futuro”.)
Senhor arqueólogo, foi muito difícil encontrar um lugar a partir do qual pudesse me dirigir ao senhor. Infinitas são as perspectivas que nosso tempo nos permite, desintegrado que está por tantas razões que não caberiam nesta cartinha. Então, resolvi falar de um lugar comum. O lugar de um homem.
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Pacto do Rio


O Pacto do Rio é um movimento lançado em dezembro de 2014 por Eduarda La Rocque, com o objetivo de integrar as ações e os setores representativos da sociedade em torno de um objetivo único: uma trajetória de desenvolvimento sustentável para a cidade e seus entornos como legado dos jogos olímpicos.

Naquela ocasião já se configurava o cenário de declínio do Rio, fruto agora sabe-se da corrupção, mas principalmente da má gestão dos riscos urbanos envolvidos no modelo de desenvolvimento em que se apostou, baseado no boom do petróleo e gás, concentrador de renda, excessivamente expansionista para zonas pouco infra-estruturadas e com aumento das desigualdades de condições de vida. Além da falta de integração, de governança, de participação e controles efetivos sobre os resultados obtidos com os enormes investimentos realizados. O objetivo do Pacto era justamente evitar este cenário catastrófico que hoje se apresenta, através da integração das ações e de redes.

Pacto do Rio – Uma rede entre redes 

O sucesso dos esforços para reduzir as desigualdades e melhorar os serviços públicos depende muito da cooperação entre os diversos setores da sociedade. Esta é uma das teses principais da terceira via, que busca a reconciliação entre dois princípios, até então antagônicos, a eficiência econômica e a justiça social. A terceira via tem na justiça social, especialmente na redução das desigualdades, um dos seus principais objetivos. E defende, também, a eficiência econômica, tendo em vista as políticas clássicas contraprodutivas, que geraram enormes déficits fiscais, em diversas partes do mundo.

Mas o maior desafio na aproximação destas forças é a boa governança, ou uma nova governança, capaz de articular, de fato, os diversos interesses em torno de princípios comuns. Sabemos, dadas a complexidade das questões contemporâneas, que somente a cooperação intersetorial pode dar conta de questões tais como o aumento da violência nas cidades.

Foi da urgência de enfrentar os desafios das favelas pacificadas, com grande quantidade e diversidade de forças envolvidas, da necessidade de dar conta das múltiplas e opostas demandas, que nasceu o Pacto do Rio: um conjunto de compromissos que busca alinhar esforços e objetivos, de modo a que as ações se interliguem e se fortaleçam, formando uma rede.

Uma rede entre redes é o Pacto do Rio, uma convergência de forças em torno de um objetivo comum: uma cidade mais integrada entre seus espaços urbanos, com mais oportunidades e mais segura para todos. O Pacto do Rio é um modelo de gestão, um modo de relacionamento fundado no acordo, na parceria entre os setores, com o objetivo de um melhor aproveitamento dos recursos, no sentido de promover a elevação de indicadores de qualidade de vida, principalmente dos mais vulneráveis.

Download da apresentação completa sobre o Pacto do Rio aqui.


Mandala dos 6 poderes (M6P)

Hoje o Pacto do Rio se transformou num modelo de desenvolvimento territorial, que consiste de duas etapas básicas:

  • A definição de um indicador consensual entre as partes interessadas, que são agrupadas em seis poderes, com atribuições bem definidas.
  • Um modelo de gestão para o atingimento e monitoramento da meta, baseada no conceito de valor compartilhado.

É a evolução trazida pela Internet, num sistema preconizado por Foucault na Microfísica do Poder que torna possível aos cidadãos pilotar um regime participativo munido à informação qualificada.

O Pacto manteve uma operação na Comunidade de Manguinhos, coordenada pelo Cariocas em ação, através de um acordo com a UNISUAM e outros parceiros, tendo desenvolvido dois projetos: promotores da cidadania e índice de prosperidade de favelas. Assista ao vídeo.

https://www.usinapensamento.com.br/wp-content/uploads/2017/04/MANDALA-1.png

  • IPF – Índice de Prosperidade de Favelas
  • Promotores da Cidadania

Sobre o IPF:

O IPF busca medir as reais necessidades das favelas e regiões vulneráveis dos centros urbanos. Desenvolvido em parceria com moradores de favelas, gestores públicos, pesquisadores e outras partes interessadas, a partir de metodologias já desenvolvidas tais como o IPC (Indice de Prosperidade das Cidades, da OnuH) e o IPS-Rio (realizado pelo Instituto Pereira Passos em parceria com a Rede de Progresso Social), que visa medir questões relacionadas à atendimento de necessidades básicas da população, níveis de bem-estar e acesso a oportunidades, entre outros. O projeto se divide em duas etapas: uma primeira de discussão com especialistas da área socioeconômica e representantes da comunidade para a construção dos indicadores e questionários e, uma segunda fase, de aplicação dos questionários no campo e cálculo do índice. O piloto está sendo desenvolvido na comunidade de Manguinhos e conta com a parceria do Instituto Afortiori e da Coca-Cola, dentre outros colaboradores. No dia 12 de dezembro de 2016  foi realizado na unidade de Bonsucesso da UNISUAM, o Primeiro Seminário de Prosperidade das Favelas, onde foi lançado o projeto de construção do índice. Assista ao video.

Sobre os Promotores da Cidadania:

Em Agosto de 2016 teve início, com o apoio da Icatu Seguros e outros parceiros, o projeto Promotores da Cidadania. O programa envolve a formação de jovens, entre 16 e 24 anos, contratados com remuneração para estudarem empreendedorismo e cidadania, através de metodologias inovadoras que abrangem uma formação técnica em sala de aula, visitas a museus e outros espaços públicos, bem como a a atuação dos jovens na comunidade de Manguinhos. Ao final de oito meses apresentaram cada um o seu Projeto de vida, e, juntos, um projeto para o desenvolvimento da comunidade. Esta experiência está servindo como base de pesquisas em educação para áreas vulneráveis. Assista ao vídeo.