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Matérias


  • Conheça a “Usina Pensamento” e sua proposta por uma sociedade mais sustentável – Muda Tudo – 16/06/2017
  • Inclusão social e o papel do mercado financeiro – Eduarda La Rocque – Revista RI – 10/2012
  • Visão otimista do capital no século XXI – Eduarda La Rocque – O Globo – 07/2014
  • Como aliar o mercado de capitais às causas sociais e ambientais – Eduarda La Rocque – Revista RI – 11/2014
  • ‘A elite não está precificando o risco de caos social’ – Eduarda La Rocque – Folha de S. Paulo – 09/2017
  • Caminhos para a reação – Eduarda La Rocque – Jornal O Globo – 09/2017
  • Por um modelo de gestão de riscos para as cidades – Eduarda La Rocque – Correio Braziliense – 08/2017
  • O mercado de capitais e as políticas públicas – Eduarda La Rocque- Revista RI – 08/2017
  • O sentido mais amplo da corrupção, por Eduarda La Rocque – O Globo – 06/2017
  • Finanças municipais – Valor Econômico – Eduarda La Rocque – 01/2011
  • Um Nenhum – Carta Maior – Viviane Mosé – 2005
Conheça a “Usina Pensamento” e sua proposta por uma sociedade mais sustentável – Muda Tudo – 16/06/2017
A Usina Pensamento acaba de sair do forno, quer dizer, o recheio da empresa criada pela economista Eduarda La Rocque e a filósofa Viviane Mosé já estava pronto, faltava apenas servi-lo ao público em forma de um website.
A plataforma lançada esta semana foi criada, sobretudo, para gerar, disseminar e gerir um conteúdo “tendo em vista uma sociedade mais ética, menos desigual e mais justa, especialmente no uso sustentável dos recursos humanos, naturais e econômicos.”
Eduarda e Viviane uniram forças para tratar de temas que marcam as trajetórias de sucesso de cada uma.  Com foco na informação qualificada, elas têm a educação, economia, psicologia, gestão, e filosofia como principais armas no desafio de articular novas forças em torno de objetivos comuns.
Na entrevista dada ao canal Muda Tudo no Youtube, dias antes do lançamento do site, Eduarda reforçou a importância de uma gestão em rede para a construção de novos acordos que possam contemplar a todos, acabando de vez com o modelo piramidal de poder que exclui a grande maioria.
Assista o vídeo da matéria completa, aqui.
Inclusão social e o papel do mercado financeiro – Eduarda La Rocque – Revista RI – 10/2012
O Brasil tem apresentado um desempenho notável em termos de redução de pobreza e distribuição de renda. No entanto, mesmo diante desse resultado animador, muito deve ser feito para que possamos incluir socialmente o enorme contingente de brasileiros que ainda vive em condições degradantes – um olhar panorâmico sobre as favelas cariocas indica a dimensão do tamanho do desafio a ser enfrentado. Diante das enormes carências enfrentadas por esses milhões de brasileiros, os fatores tempo e eficiência são variáveis fundamentais.
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Visão otimista do capital no século XXI – Eduarda La Rocque – O Globo – 07/2014

O modelo capitalista que vivemos, con­centrador de renda e de oportunida­des, não e sustentável. Atingimos um nível baixíssimo de bem-estar para os pobres, mas também para  os ricos,  como bem pontuado por Lara Resende em ‘Os limites do possível‘.  Estamos em meio a uma transição da sociedade de consumo para a sociedade de bem-estar. Por isso e importante que o   “capital” seja cada vez mais aplicado em questões relaci­onadas a sustentabilidade e ao social.

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Como aliar o mercado de capitais às causas sociais e ambientais – Eduarda La Rocque – Revista RI – 11/2014
A economista Eduarda La Rocque, presidente do Instituto Pereira Passos (IPP) da Prefeitura do Rio de Janeiro, é uma defensora da bandeira do FISA. “A regulamentação da CVM dessa família de fundos garantirá mais segurança e transparência aos investidores que queiram apostar, por exemplo, em projetos de melhoria do bem-estar urbano ou que resultem na queda da desigualdade social”, comenta Eduarda. Seria uma condição que ajudaria a deslanchar a cultura da filantropia, que hoje ainda é incipiente no Brasil. Nesse caminho, há necessidade de soluções inovadoras. “Há outras iniciativas apoiadas em instrumentos existentes. É um mercado que já está emergindo”, ressalta a economista.
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‘A elite não está precificando o risco de caos social’ – Eduarda La Rocque – Folha de S. Paulo – 09/2017

A elite não está precificando corretamente o risco de caos social.  A economia é uma ciência que se especializou em demasia e se distanciou muito da realidade

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Caminhos para a reação – Eduarda La Rocque – Jornal O Globo – 09/2017

No meu artigo de sábado no O Globo proponho como solução para o Rio sair da crise a criação de um Centro de Resiliência Metropolitana para integrar informações e projetos em prol do desenvolvimento sustentável do Rio . Na verdade essa é uma solução que vale para gestão de cidades, metrópoles, estados, países, permitindo maior controle social, necessário especialmente em situações de falta de representatividade geral, como hoje no Rio e Brasil.

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Por um modelo de gestão de riscos para as cidades – Eduarda La Rocque – Correio Braziliense – 08/2017

“A situação emergencial de violência urbana no Rio de Janeiro hoje é um caso que justifica uma concentração de esforços do setor público, usando de informação e inteligência, para conter a expansão do tráfico e do controle territorial armado, mas requer outras medidas complementares. Conter a violência é importante, mas a longo prazo a única solução sustentável é prevenir. Isso significa investir em projetos que ajudem a consolidar a paz nos territórios “pacificados”, através da inclusão social e produtiva daquelas comunidades, preferencialmente por meio do estímulo ao empreendedorismo local. “

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O mercado de capitais e as políticas públicas – Eduarda La Rocque- Revista RI – 08/2017

Desde a publicação do livro do economista francês Thomas Piketty “Capital no Século 21”, a consciência sobre a desigualdade global e ameaça que esta representa à sustentabilidade do sistema econômico mundial cresceu e atingiu níveis sem precedentes.

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O sentido mais amplo da corrupção, por Eduarda La Rocque – O Globo – 06/2017

As causas apresentadas pelo vice-governador Francisco Dornelles para a crise fiscal fluminense no seu artigo de domingo no GLOBO são patéticas: “A situação do Rio é muito mais decorrente da perda de arrecadação do que de aumento do gasto”, escreveu ele, apresentando a conta de R$15 bilhões a mais de orçamento que o Rio teria direito quando revisto o “Pacto Federativo”. Concordo com a tese de revisão, principalmente no que diz respeito ao ICMS no destino, que tanto favorece São Paulo vis-à-vis o Rio, mas a crise fiscal foi decorrência da corrupção, no seu sentido mais amplo. Má qualidade do gasto, falta de informação, de transparência, falta de tudo aquilo que os americanos chamam de accountability, também são formas de corrupção, além das ainda piores, praticadas pelo nosso ex-governador e tantos outros políticos fluminenses.

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Finanças municipais – Valor Econômico – Eduarda La Rocque – 01/2011
Rio planeja captação de U$$ 2 bi para a olimpíada – Eduarda explica o modelo de gestão de riscos implantado para a gestão fiscal do município. Download do documento completo, aqui.
Um Nenhum – Carta Maior – Viviane Mosé – 2005
(Extraído do site da agência Carta Maior, na seqüência de cartas endereças “Ao arqueólogo do futuro”.)
Senhor arqueólogo, foi muito difícil encontrar um lugar a partir do qual pudesse me dirigir ao senhor. Infinitas são as perspectivas que nosso tempo nos permite, desintegrado que está por tantas razões que não caberiam nesta cartinha. Então, resolvi falar de um lugar comum. O lugar de um homem.
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